Google+

sexta-feira, fevereiro 14, 2014

Um "ovni" pousou em minha janela...


Sempre tive, para mim, que são bizantinas as discussões em torno da existência ou inexistência dos "ovnis" ou "Objetos Voadores Não Identificados". Como bizantina também me pareciam as discussões e "teorias" sobre a motivação dos supostos tripulantes dos discutidos "ovnis". Não sou de formular ou de "embarcar" em "teorias da conspiração" acerca de qualquer coisa.
No entanto algo no mínimo curioso voltou-me à memória: Li, há muito tempo que Albert Sabin teria sido "convencido" a postergar a divulgação e a produção da vacina por ele criada, pois a indústria de aparelhos ortopédicos sofreria imenso prejuízo e, consequentemente, os "sorvedouros" de tributos também. Não me preocupa a existência ou a inexistência de "ovnis", venham eles de outros corpos celestes, do centro da terra ou do quintal do vizinho. O Universo é bem maior do que Nova Iorque ou Tóquio ou São Paulo; o que me faz cismar são as leituras que a indústria cinematográfica - via 'literatura' - faz desse ponto de interrogação. Gosto - sempre gostei - de ficção científica e até hoje só vi/li que os extraterrestres - sempre horríveis, monstruosos e perversos - querem nos "dominar" e apropriar-se não só do nosso planetinha meia-boca como de nossa arte, nossa cultura e nosso conhecimento científico. E é aí que o porca torce o rabo: se esses "monstros" de ETs são possuidores de tecnologia para construir naves espaciais com a mesma facilidade com que nós, terráqueos, construímos aviões é de se supor que a ciência deles é mais avançada que a nossa. É igualmente lícito supor que tais conhecimentos permitem que usem - em suas naves - combustível não fóssil e não derivado de cana-de-açucar, milho, soja ou "pum" de carneiros e vacas ou de qualquer outro bem que seja mais útil na mesa do que no... espaço. Nos já conseguimos baterias solares para aquecer a água; wooow, somos os maiorais... Nossos 'conhecimentos" são de despertar a cobiça de seres de outros planetas? Ora, por favor, sou mortalmente alérgica à estupidez... Nossa 'literatura', que dizer dela quando um escrevinhador de bobagens senta e chora à margem de um rio...faturando "rios" de dinheiro e recebendo uma Cadeira e um "Fardão"? Que dizer de nossa 'arte' quando um ultra hiper supra famoso cineasta bota, na São Paulo de hoje - tá, de uns cinco anos atrás, uma daquelas "jardineiras" em que as pessoas se amontoam e sacolejam entre engradados de galinhas e porcos? (eu nunca vi uma "jardineira" dessas em São Paulo, nem em lugar algum exceto em filmes). Em São Paulo, Capital, ora por favor, vá se desasnar em boas universidades e bibliotecas, ok dear friend ? Uma perguntinha safada que me está a verrumar os miolos: E se houver mesmo uma conspiração para cobrir com uma aura de ridículo toda essa coisa de ovnis para os "poderosos de plantão" poderem agir com liberdade, atribuindo suas molecagens à "crendice popular". Não quero ser chata, mas como não sei ser outra coisa... Uma jornalista francesa morreu por alguns minutos em razão de um tsunami e reviveu. Acreditou ela que o mundo receberia seu relato com gratidão. Mas sabemos que não foi assim. Então, existe uma "conspiração do silêncio" em torno da sobrevivência da alma à morte do corpo físico? Sei não, mas observo que os "especialistas" - especialistas em que, por favor? - sempre tem um sorrisinho superior quando se referem a "essas coisas". É... e a questão da sobrevivência da alma é jogada no mesmo saco de gatos que as lendas do saci pererê, boitatá, mula sem cabeça, "essas coisas"... E olhe que se trata de um assunto que DEVERIA interessar a toda gente, senão por afinidade de pensamento, por afinidade de "destinos": TODOS morreremos, em algum momento. E se retiramos da morte o véu de horror e sofrimento, de dor irreparável e eterna e a substituirmos pelo conhecimento ( Jesus disse: "conhecereis" a verdade; não "crereis" na verdade..) da realidade da vida após o esgotamento total das forças que mantêm coeso e funcional o corpo físico, o que será explorado?