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quinta-feira, janeiro 30, 2014

Orar...VALE a pena. E saiba porque ...

O valor científico da oração
Obtive o texto a seguir em um blog de Portugal

http://aquariusidadedeouro.blogspot.pt/


Recomendo MUITO a leitura, não apenas deste texto mas de muitos que lá estão postados.
A brasileiros talvez cause estranheza o modo portucalense de escrever...
A beleza do nobre idioma por nós adotado é um "bônus" que se não deve perder.
Boa leitura e paz, muita paz com Jesus.

«A PRECE SUPERIOR É A LUZ DIVINA EM CASCATAS DE "CHUVA MÍSTICA" DO ETERNO AMOR, FLUINDO DO REINO DOS CÉUS SOBRE AS ALMAS PURAS ABERTAS EM DIVINAL FLOR» −
Prof. Astrophyl (J.F.S.)
O Amor nas Orações

As almas recebendo a "Chuva Mística" de Deus
Oremos pela Paz do Mundo, porque a Terra bem necessita das nossas Preces, nestas horas difíceis, perigosas e caóticas que se avizinham ainda mais do nosso Planeta, antes do apogeu da Grande Transição Mundial para a Real Luz Planetária de Aquarius!
Nunca é demais enfatizar o valor das preces ou orações, quer para os desencarnados quer para os encarnados. Não esqueçamos que a prece foi e é recomendada por todas as religiões do mundo, que sempre as incluíram nos seus ofícios religiosos, onde o hábito de orar era constante, tendo sido as preces proferidas em todos os santuários da Terra, desde o Oriente ao Hemisfério ocidental.
A prece tem grande e insofismável valor para a evolução da alma e para a Paz mundial, porquanto nas Aparições de Maria sempre foram recomendadas as orações pela paz do mundo. Ela própria (ou alguma enviada) tem aparecido em diversos santuários de tantos países recomendando sempre a prece como forma de emenda e correcção dos defeitos das almas e para que o carma da terra diminua e, assim, se evite catástrofes maiores sobre a Terra.
Na verdade, a Lei do Carma não é «olho por olho, dente por dente», como a pena de talião do código de Hamurábi (Babilónia). Se as orações da Humanidade fossem mais e maiores, muito carma planetário poderia ser ressarcido dessa maneira, evitando-se muitos sofrimentos, porque as energias positivas desenvolvidas pelas preces da Humanidade podem, efectivamente, transmutar outras forças degradadas e destruidoras, geradoras de doenças epidémicas, individuais e colectivas, e catástrofes naturais. O carma de um povo ou se resgata com Sabedoria e vida pura, sadia e correcta, ou com Bondade, Amor e Auxílio altruístico, ou com dor, sofrimento e infelicidade. Tristemente, esta é a lei da maioria.
E isso porque as nossas orações, quando bem vivenciadas na alma e bem sentidas no coração, possuem um enorme poder de transmutação das energias da aura humana e com interinfluências electromagnéticas múltiplas sobre os chacras, os plexos nervosos, as glândulas, toda a nossa bioquímica, toda a nossa saúde e sobre o meio ambiente circundante, especialmente a nível etérico, astral e mental, mas também a nível físico, microbiano, no combate às infecções, tendo a oração energias e influências poderosamente anti-sépticas, capazes de desafiar e combater qualquer doença.
Cristo recomendou frequentemente a prece no «Orai e vigiai!». Lembremo-nos de Epicteto, Filósofo estóico da Grécia (escravo grego: Hierápolis, 55 - Nicópolis, 135), que recomendava: «Pensa em Deus mais vezes do que respiras!». Isto não é impossível. Viver uma vida plena e uma vida verdadeiramente feliz era o Ideal de Epicteto. Por isso procurava ser uma pessoa com elevadas qualidades morais e éticas. Para Epicteto, uma vida plenamente feliz é decorrência de uma vida interior repleta de virtudes, em sinonímia. Para ele, e correctamente, felicidade e auto-realização são factores provenientes de modos de viver elevados e de correcção de atitudes para com os outros. E tinha inteira razão.
O próprio "pai" da Medicina grega, Hipócrates (e eram bem conhecidos, há uns anos, os juramentos dos recém-licenciados em Medicina no denominado «Juramento de Hipócrates»), ensinava: «Que o teu alimento seja o teu remédio!». E outro egrégio luminar da Medicina grega, Galeno, convidava os doentes a orarem, em termos mais ou menos similares a estes: «Ora! Reza porque a prece ajuda a curar o teu corpo!». Mas a medicina convencional esqueceu completamente este preceito, ao tornar-se fria, linear e sofisticada, fazendo da doença uma banca mercantilista exploratória.
E Cristo, quando curava, não dizia: «Vai e não peques mais!»? Muitos ingénuos dirão que as preces eram apenas fantasias dos antigos avoengos. Todavia, Alexis Carrel, o grande biólogo francês, que escreveu a obra literária muito racional «O Homem, Esse Desconhecido», também escreveu um pequeno livro sobre a «Oração», com o título original em francês «La Prière», depois de ter presenciado curas espectaculares (ditas "milagrosas") em Lourdes e outros santuários, de pessoas completamente absorvidas na oração, tendo-se curado sem uma explicação científica razoável.
Quando o materialismo invadiu, a pouco e pouco, o Ocidente, os Senhores intelectuais acharam que já não precisavam mais dos hábitos "ingénuos" dos nossos avós, como o de orar antes ou depois das refeições. Mas enganaram-se no seu misoneísmo academicista, porque não se deram ao trabalho de compreender os fundamentos intrínsecos do valor da prece às refeições. E pensaram que se podia dispensar hábito "tão arcaico". Mas cada vez mais os povos estão a redespertar para os verdadeiros valores da alma.
Ignoravam eles que o poder dinâmico da oração purifica os alimentos com energia vital mais pura, que esteriliza faúnulas microbianas indesejáveis, que expulsa parasitas miasmáticos de baixa astralidade, do Além, geradores de muitas doenças, que excita os centros cerebrais para a abertura do apetite, que harmoniza o sistema glandular, que prepara as enzimas para digerirem melhor o alimento, para uma melhor digestão e uma saúde mais equilibrada, que atrai protectores astrais que auxiliam a iluminação do ambiente e a saúde dos comensais, que ioniza positivamente, com Luz, as mesas, os alimentos, as almas e o meio circundante.
Para que o alimento seja assim abençoado, por encarnados e desencarnados, e para uma positiva ionização electromagnética da mesa das refeições, dos presentes e do ambiente, as preces devem ser feitas sempre no início das refeições e não tanto no fim. Obviamente que a postura à mesa deve ser a de um ritual sagrado, no silêncio ou em poucas palavras, especialmente evitando conversas fúteis, mesquinhas ou ofensivas, para se conservar íntegras as energias que também comemos nas refeições e que nos afectam, positiva ou negativamente, a saúde do corpo e da alma.
Pouca gente deve conhecer aquilo a que chamamos o «divino apetite», experiência fantástica de comer depois de uma elevada e profunda oração-invocação-concentração mística, a partir da qual o alimento passa a ter um indescritível sabor celestial e a ser comido com um apetite inacreditável. Mas tal apetite não vicia, como os baixos desejos da glutonaria, especialmente de carnes e vinhos, bicas e cervejas, porque as energias que nos chegam, em atitude mística, pela prece, têm origens muito mais elevadas e espirituais.
Comparamos muito essa experiência ao fenómeno da relação sexual, em que os cônjuges também passam a sentir o "divino prazer", quando as suas almas se elevam, na união dos corpos, num sublime Amor devocional e numa relação mística com Deus, em simultâneo, tal como se ensina no verdadeiro tantrismo da "mão direita" em que o culto conjugal, sagrado e divino é o Amor eterno dos Corações e não o culto profano e vicioso do prazer corrupto, como é a via do tantrismo da "mão esquerda". Mas para que um casal alcance esse estado místico e crístico de Comunhão de Amor transcendental, é preciso que ambos saibam vibrar na divindade do Amor puro, eterno, incondicional, espiritual e divino.
Muitos profissionais da saúde limitaram-se a afirmar que o poder da oração é apenas auto-sugestão mental. É que o ensino oficial, que gerou as toscas psicologias, no seu sincretismo prosaico de uma linear e superficial ciência, nunca soube distinguir bem a mente do Espírito, a alma da Consciência, o Homem-personalidade do Homem-Individualidade. Por isso continua a afirmar o que desconhece: que todos os efeitos da prece são meras auto-sugestões. Mas se o fosse, mesmo assim o valor da oração já seria muito positivo, ao contribuir enormemente para a saúde.
É conhecido sobejamente o caso dos placebos, que são "remédios" sem quimismos de nenhuma espécie (como água e farinha), sugeridos ao paciente iludido como se fossem remédios muito especiais bem credibilizados e que, sendo teoricamente "inertes", em termos de acção terapêutica, produzem, na prática, efeitos bem comprovados pela medicina. Se a melhoria da saúde não é mesmo a acção do produto natural, ou alguma energia benéfica posta a partir do Mundo Invisível pelos protectores astrais, as forças mentais demonstram inegavelmente a sua acção curadora.
Mas quem pode garantir que a esperança mental de cura do paciente foi o único factor terapêutico, e muito especialmente quando o doente põe a sua Fé espiritual mais íntima em acção ou sua prece dirigida a Deus ou aos Seres superiores do Além? Não esqueçamos que a problemática da doença exige a compreensão da alma humana e a eliminação dos maus hábitos do corpo e das imperfeições da alma. Por isso Cristo aconselhava as doentes que curava: «Vai e não peques mais!». Queria dizer exactamente: «...porque são os teus defeitos interiores que geram as tuas enfermidades». Hoje sabemos bastante bem como isto é Verdade.
Aliás, é fácil de demonstrar que a auto-sugestão não é tudo, quando se ora sobre uma criança enferma, ou mesmo um animal, e a sua saúde melhora a olhos vistos. Já tivemos muitas experiências disso, na nossa vida pessoal. Pelo menos com crianças pequeninas que nos traziam regularmente doentes e que, após tratamentos não convencionais, que a medicina devia conhecer e praticar, de passes e orações, ou de água magnetizada (benzida) se curaram rapidamente. Quantas mães nos agradeceram estas curas!... Mas nunca cobrámos nem aceitávamos um tostão de ninguém.
A Medicina, semelhantemente às religiões, dirá: mas isso foi no tempo de Cristo, em que se impunha as mãos e se curava − pois os próprios Apóstolos o fizeram, tal como Cristo. Mas desenganem-se os convencionalismos da quimioterapia, porque hoje há inúmeros Centros de Espiritismo no mundo onde os tratamentos gratuitos de enfermos e as curas admiráveis por meio dos passes, das preces e da água são praticados regularmente, especialmente no Brasil, onde há muitos núcleos espíritas (mas não só; cá em Portugal já presenciámos muitas dessas práticas).
Muitas experiências já foram feitas por vários investigadores acerca do poder que as energias humanas têm de actuar sobre a água fluidificada, magnetizada ou benzida, como se diz vulgarmente. Demonstrou-se cientificamente que a energia biomagnética da aura humana, que se transfunde pelas mãos, pode reordenar, reestruturar e rearmonizar as moléculas da água pura, submetidas à acção das vibrações electromagnéticas da vitalidade humana (do denominado prana, bioenergia ou biomagnetismo) e carregá-la de luz etérico-astral e de propriedades curativas extraordinárias.
Que a oração tem poderes curadores inegáveis e propriedades anti-sépticas ou microbicidas, no combate às infecções, através de energias de influências poderosamente curadoras, já ninguém que investigue pode duvidar. Não é a Medicina que pode explicar facilmente, nos seus cânones limitados, as curas efectuadas por Cristo. E se falássemos em Arigó, analfabeto, ou do médico Edson Barbosa, no Brasil, que espantaram toda a comunidade científica, no século XX, ao fazerem cirurgias psíquicas complexas, sem anestesia nem assepsia, onde nada doía e nada infectava? Arigó chegou a ter filas de centenas de pessoas para cirurgias.
Arigó convenceu até os médicos americanos (ex: Dr. Henry Puharich, que chefiou uma equipa médica no Brasil), que ficaram espantados com o seu trabalho de cura e cirurgia psíquica. E note-se que o próprio Arigó, que era analfabeto, sabendo falar apenas brasileiro, em transe mediúnico, enquanto operava, falava correctamente o alemão, com pessoas da Alemanha que iam consultá-lo ou serem operadas. Sabia-se que o Dr. Fritz, médico falecido na 2.ª Guerra mundial, incorporava Arigó e operava através dele, trabalhando com uma equipa de médicos desencarnados.
Relembremos que quando Arigó operava, cirurgicamente, ou melhor, o Dr. Fritz através dele, comunicações do Além diziam que do lado do Plano Astral, além da equipa vasta de médicos operando sobre os enfermos, havia outra equipa de almas desencarnadas, cuja finalidade básica era irem orando para atraírem fluxos de energias puras, em forma de Luz e Amor dos Mundos superiores, para que essas forças luminosas fossem dinamizando o ambiente e ajudando os processos de tratamento e cura, através do seu poder energizador, balsâmico, curador, analgésico e anti-séptico.
São muitos os casos de curas espectaculares de cirurgiões psíquicos que, no mundo, operam "miraculosamente" através das forças da alma ou de Seres do Além, como os cirurgiões das Filipinas onde, há uns anos, Tony Agapoa se destacou a fazer intervenções cirúrgicas só com as mãos, que se chegavam a desmaterializar parcialmente para penetrarem na carne humana e extraírem tumores de vários pacientes. Mas não foram casos únicos, pois no Brasil se tem feito o mesmo ou algo parecido através de outros curadores psíquicos que existem pelo mundo inteiro. Veja-se, no fim, as imagens e textos bem expressivos sobre o assunto!...
Já lemos descrições de Curadores psíquicos ou passistas que foram testados na América (EUA) a fazer passes (emissões de energia com as mãos) e orações sobre água e sobre dois caldos de culturas microbianas muito infectados, de modo semelhante (exemplo: dividindo a meio um deles). Sobre um o passista faz passes e/ou vai orando, e o outro fica completamente ignorado. A cultura de micróbios que recebeu a energia do curador ficou esterilizada rapidamente, e a deixada sem passes nem preces ficou cada vez mais infectada, comprovando-se assim o poder da oração e as capacidades terapêuticas que a água pode acumular.