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quinta-feira, dezembro 26, 2013

Qualquer simplicidade...

La tua Semplicitá (Placido Domingo e Josh Groban)
Um dos compositores desta música foi o Papa João Paulo II (querido grande homem)
Essa encantadora florzinha é um humilde, simples e despretensioso "dente-de-leão" ou "dandelion". Ocorre nos mais diversos climas e solos, sendo encontradiço em beiras de estrada, em calçadas, campos, terrenos baldios... Na sua cândida simplicidade o "dandelion" é um cidadão do mundo e contemplando-a me pus a meditar na imensa beleza da bondade Divina que hoje me presenteou com uma nova amiguinha.

Não sei se "nova" seja exato pois imagino que os amigos "repentinos" são na realidade seres muito amados que as necessidades evolutivas individuais mantiveram à distância. Creio que os amigos são os irmãos mais queridos, aqueles seres especiais que compreendem nossos sentimentos e nossos ideais como nossa parentela não o consegue, constituindo presentes que a Vida (codinome de Deus quando Ele quer permanecer incógnito) reserva para momentos em que Sua intervenção é mais necessária.
Isso levou a reflexões sobre amigos, parentela e família e julguei melhor pedir a valiosa ajuda de Emmanuel, querido Espírito Instrutor de quantos queiram aprender...
"Gi", querida, tomara que, mesmo não lendo esta página, as vibrações das palavras do bondoso Instrutor alcancem sua alma...
Mais uma vez... FELIZ ANIVERSÁRIO.
Eis, pois, a Lição para hoje, amanhã e os próximos sei lá quantos milênios :)
"PARENTELA
“E disse-lhe: Sai de tua terra e dentre a tua parentela e dirige-te à terra que eu te mostrar.” — (ATOS, capítulo 7, versículo 3.)
Nos círculos da fé, vários candidatos à posição de discípulos de Jesus queixam-se da sistemática oposição dos parentes, com respeito aos princípios que esposaram para as aquisições de ordem religiosa.
Nem sempre os laços de sangue reúnem as almas essencialmente afins.
Freqüentemente, pelas imposições da consangüinidade, grandes inimigos são obrigados ao abraço diuturno, sob o mesmo teto.
É razoável sugerir-se uma divisão entre os conceitos de “família” e “parentela”. O primeiro constituiria o símbolo dos laços eternos do amor, o segundo significaria o cadinho de lutas, por vezes acerbas, em que devemos diluir as imperfeições dos sentimentos, fundindo-os na liga divina do amor para a eternidade. A família não seria a parentela, mas a parentela converter-se-ia, mais tarde, nas santas expressões da família.
Recordamos tais conceitos, a fim de acordar a vigilância dos companheiros menos avisados.
A caminho de Jesus, será útil abandonar a esfera de maledicências e incompreensões da parentela e pautar os atos na execução do dever mais sublime, sem esmorecer na exemplificação, porquanto, assim, o aprendiz fiel estará exortando-a, sem palavras, a participar dos direitos da família maior, que é a de Jesus-Cristo. "

(Caminho, Verdade e Vida, pela psicografia de Chico Xavier, Editora FEB, 24ªEdição, pp 139/140)